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terça-feira, 25 de novembro de 2014

Adventure Time: Explore the Dungeon Because I DON’T KNOW!

Que horas são?! É hora de fuder até o talo de análise!!! E o game dessa vez é o maneiro Adventure Time: Explore the Dungeon Because I DON’T KNOW!, baseado no desenho Hora de Aventura, transmitido no Cartoon Network.
Foi utilizado a versão de Xbox 360, sendo que possui versões para PC, PS3, WiiU e 3DS (PSVita sucks!)

História


A história começa na mágica terra de Ooo, quando a Princesa Jujuba convoca nossos heróis Finn e Jake para o Reino Doce com a missão de investigar sequestros que estão ocorrendo nas redondezas. Ela acha que o motivo para revelar o caso está dentro da Masmorra (Dungeon) Real. Assim, a dupla tem que encarar os perigos lá escondidos para salvar seus amigos. Vale a pena citar que essa história é ideia do PRÓPRIO criador do desenho Pendleton Ward.

Jogabilidade

Nas primeiras horas de jogo, eu senti como se estive em Diablo (pra quem jogou), funciona nos mesmos esquemas, visão isométrica, no velho estilo RPG de Ação. Podemos escolher 4 personagens, cada um com suas particularidades, que percebi durante no gameplay e nos Status deles: Finn pode rebater ataques de projéteis e se esquivar pros lados (como Megaman X), Jake pode atravessar pequenos buracos já que ele pode se esticar à vontade (Se esticar ( ͡° ͜ʖ ͡°)), Marceline, a vampira mais badass (na minha opinião), pode atravessar qualquer buraco, pois ela levita e pode absorver projéteis e o tapado e inocente Canelinha aguenta o tranco todo, pois é o Tanker do quarteto. Cada personagem tem um especial que pode ser recarregado com o tempo. Ainda pode se liberar mais personagens, salvando eles nos níveis.


Como a Princesa Caroço, que salvei após o primeiro chefe.

         Além dos ataques normais dos personagens, existem armas que podem ser pegas abrindo de báus espalhados pelos níveis, como um Chicote de Sorvete, uma Vara de Bambu, Ovos e até uma Bazuca de Gatinhos (WTF?!)
O Quarteto Fantástico pronto para a ação
      Como todo e bom RPG, existem 4 atributos que podem ser aprimorados no jogo, que é força, vida, imaginação (para os especiais) e Foco. Eles podem ser aprimorados, conversando com os personagens que ficam na entrada da Dungeon, usando o dinheiro que se coleta nos níveis. Existem mais de 100 níveis para ser explorados, todos gerados randomicamente, com direito a Boss a cada 7 ou 8 níveis.

     E antes de cada nível, abre uma janela onde se pode aplicar Tokens, que dão vantagens aos personagens, são utilizados uma vez e se pode achar mais, abrindo os baús nos níveis
Ah, o jogo tem multiplayer em Split-Screen (todos na mesma tela) em até 4 jogadores. O que reforça as semelhanças com Diablo
Gráficos e Som

Os gráficos nos lembram os saudosistas consoles de 16 bits, em um belo estilo retrô, tendo uma trilha sonora bem agradável aos nossos ouvidos, ainda mais a música do menu principal, que muito bom de se ouvir. O jogo conta com a dublagem das vozes originais dos dubladores americanos
Isso é uma goiaba um dos Boss do jogo (Caralho velho)


Game Design (fases, inimigos e afins)

Cada nível é gerado aleatoriamente, deixando assim uma boa sensação de exploração, pois toda vez que carregava meu jogo e ia no nível que estava, o local mudava seus corredores, os lugares com os tesouros e tals. Tem uma variedade de inimigos, como esqueletos, pássaros com bicos de ferro, plantas que se multiplicam, tentáculos (Hentai Feelings) e outros tipos, que mudam de acordo com o tema do nível que você está!
Conclusão


Eu achei esse jogo bem divertido, jogar sozinho é legal, mas cansa, é bem melhor quando se tem mais 3 amigos para jogar junto com você. Poderia ter um modo Online, pois é difícil conseguir reunir amigos para jogar junto. É uma boa recomendação para quem não perde um episódio de Hora
de Aventura e quem gosta de explorar masmorras metendo a porrada em monstros.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Mass Effect

 Antes de mais nada, sentimos muito pela postagem de games que deveria ter saído segunda, mas tivemos alguns problemas técnicos(culpem o Blogger e o estagiário, que será devidamente castigado), e vamos fazer aquela gambiarra que todo brasileiro adora. Logo, o post de games vai sair hoje, e o post de gêneros, que sairia hoje, sai semana que vem.

 Mais uma vez, pedimos desculpas pelo inconveniente. Segue a postagem sobre o game Mass Effect.

HISTORIA

 A humanidade já evoluiu, e descobriu a presença de dezenas de raças  alienígenas convivendo no espaço. A pica cresce quando exploradores humanos em Marte encontraram ruínas de uma antiga civilização muito antiga e já extinta, chamada Protheans. Protheans são uma antiga raça alienígena que entrou em extinção de forma misteriosa 50.000 anos atrás. Simplesmente desapareceram, e deixaram para trás a mais alta tecnologia já vista pelo homem. Eles encontraram relés de energia que permitiam a naves espaciais cruzarem galáxias em uma velocidade superior à velocidade da luz. Além do mais, estima-se que toda a mais alta tecnologia avançada dessa era tenha sido herdada pelos Protheans, e que nenhuma raça alienígena existente hoje tenha sido contemporânea aos Protheans. Ninguém sabe porque ou como os Protheans desapareceram, já que eles tinham um poderoso império que abrangia diversas galáxias, mas pensam que ataques de outras raças misteriosas podem ter derrubado a porra toda.

GRAFICOS



 Não espere grande coisa, Mass Effect é um jogo razoavelmente antigo, cheio de bugs e com gráficos bons para a época... Mas fracos para os dias atuais... O principal problema são as texturas, fracas e sem definição, se você for uma puta pessoa que ama gráficos, daquelas que não jogam o jogo por ter gráficos ruins... Se fode aí mude sua postura. O jogo realmente vale a pena.



JOGABILIDADE

 Como um típico RPG tudo o que o jogador faz no game gera experiência. Matar inimigos, realizar sidequests, destravar baús e pegar itens colecionáveis. Essa experiência quando acumulada faz com que o protagonista avance de nível. Cada nível avançado, ele ganha uma quantidade determinada de pontos de habilidade, dos quais pode usar para incrementar seus atributos. De início, ganha-se cinco pontos de habilidade por nível, mas depois passa a ser apenas um ponto de habilidade por nível. As habilidades que você pode realizar upgrade variam de acordo com a classe escolhida, e envolve desde a perícia em armas, até a eficiência dos poderes que possui ou mesmo a quantidade de energia, escudo protetor ou medicamentos que pode levar.

SOM

 Varia de acordo com o ambiente, dentro da nave os sons são leves, quase silenciosos e refletem o clima em seu interior. Quando no calor da treta batalha, as músicas se adaptam, espere uma grande colaboração da trilha sonora para tocar seu coraçaum coração e despertar o mais profundo sentimento em você!

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Outlast

 Ora, ora, ora... Quando você pensava que os jogos de terror atuais iriam se resumir a correr, atirar e sustinho vez por outra, a vida te joga essa obra-prima do último anel do inferno. LADIES & GENTLEMAN, apresento-vos Outlast! Um verdadeiro “vê e aprende” da Red Barrels.


ENREDO

 O jogo te coloca nas escamas do fodido jornalista Miles Upshur, conhecido por aceitar investigar locais que nenhum outro jornalista tem colhões o suficiente para o fazer. Após receber um e-mail anônimo dizendo que o Mount Massive Asylum (Asilo Monte Massivo) está fazendo experimentos proibidos com pacientes mentalmente instáveis, o protagonista tem a ideia genial de ir investigar por si só. Após adentrar o hospício, ver o sangue jorrado, corpos mutilados e ter um encontro íntimo com o Nêmesis, cabe a Miles encontrar uma maneira de fugir dessa galerinha da pesada aprontando altas confusões na sua sessão da tarde.

JOGABILIDADE

Ah, a menstruação atrasada...
 Miles vem munido apenas de uma câmera para filmagem e duas baterias. Como o hospício é praticamente sem iluminação alguma, o protagonista pode usar a visão infravermelha da câmera para enxergar em locais de escuridão.Lembre-se que isso vai consumir as baterias de sua câmera, que devem ser repostas sendo pegas espalhadas pelos cenários. Podemos também dar zoom com a câmera equipada, o que nos permite visualizar acontecimentos e objetos à distância sem ficarmos vulneráveis. 

 Miles não pode lutar nem revidar. Apenas correr e se esconder, aumentando a tensão e forçando o jogador a fugir e a encontrar armários para se esconder dentro ou mesmo camas para se esconder debaixo. A própria escuridão pode ser usada para se esconder à plena vista dos seus stalkers açougueiros.

SOM

 Como todo bom jogo de terror, a trilha sonora é ausente. São explorados os sons do cenário, como água pingando, gente gritando, facas cortando e portas sendo arrombadas. Quando um inimigo se aproxima de Miles, é possível ouvi-lo rangendo os dentes, respirando intensamente e suspirando. Praticamente todo o som do jogo se resume aos sons dos ambientes, gritos dos maníacos ao seu redor, e aos sons de Miles, que parece ser acéfalo incapaz de falar.

GRÁFICOS

 Por se tratar de um jogo Indie (pouco ou nenhum investimento se comparado com os jogos AAA) os gráficos de Outlast são muito belos, cheio de órgãos e pedaços de corpos espalhados por aí. Rostos detalhados, detalhes bem trabalhados e texturas que não deixam a desejar. Os gráficos não são perfeitos, mas como foi dito... Por ser um jogo Indie, está de bom tamanho.

 Terminando aqui este julgamento, retiro-me. Se você tiver coragem  pra experimentar esse jogo, vá em frente. E se você se cagar apenas três vezes por hora de gameplay você é mais macho do que Kratos. Vejo vocês depois, infiéis!

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Star Wars: The force unleashed

 Por incrível que pareça, nosso Correspondente realmente faz de tudo para ser demitido (não que ele vá ser) então o post de hoje ficou por minha conta. =D E não esqueçam de curtir nossa pagina no FACEBOOK e/ou nos seguir no TWITTER.

Star Wars: The Foce Unleashed
 O jogo fez um sucesso relativo aqui no mundo tupiniquim, entretanto, como foi lançado em 2008, é de se esperar que seja pelo menos um pouco conhecido em, digamos, qualquer lugar do mundo.

ENREDO

 O enredo se desenvolve no mundo de Star Wars (ah vá) entre os episódios 3 {O retorno dos Sith} e 4 {Uma nova esperança} e conta como protagonista o estuprador assassino de Jedis, Starkiller. Starkiller foi adotado e treinado secretamente por Darth Vader, que havia matado seu pai Jedi, e sentiu grande potencial para o jovem. Durante sua Odisséia de destruição pelo espaço junto com PROXY, um droide de comunicação, e Juno Eclipse, a piloto de sua nave, ele conhece o mestre Jedi Ram Kota, que acaba 'salvando' ele das trevas. A partir daí você começa a jogar contra o Império e matar Soldados Imperiais.

GRÁFICOS

 Os gráficos são muito bons para um jogo de 2008, como foi lançado para PS3 também, era de se esperar que os gráficos fossem de qualidade para a época. Também fomos surpreendidos novamente para a física do jogo, que embora simples, foi bem genial. Afinal, conseguir fazer corpos voando, tiros sendo refletidos pelo sabre de luz, e coisas sendo esmagadas com o poder da Força realmente deve ter sido um trabalho bem complicado. Mas foi realmente proveitoso para quem jogou o game na época.


JOGABILIDADE

 O jogo tem aquela mecânica de Hack and Slash clássica, típica de jogos como God of War e Castlevania. Umas duzias de soldados tão fortes quanto baratas em um espaço semi-aberto, atirando em você com Blasters enquanto você reflete os tiros, corta alguns e empurra eles para o abismo com o poder da força ou faz churrasco com seus raios Sith. A rotação de câmera acompanha os ataques, que geralmente são um pouco ignorantes e necessitam bastante intuição para serem usados corretamente. O fato de existirem muitos combos torna a parte de combate um pouco complicada, afinal é difícil lembrar de todos, entretanto, ela é bem divertida. Como elementos existem os cristais de luz, que podem mudar a cor dos seus sabres e as vezes dar características (como mais velocidade de ataque ou mais dano) enquanto deixam você ostentando estilizado com as diversas armaduras que Starkiller consegue ao longo da história.

O jogo não tem DLC's, entretanto, possui uma sequencia que é bem divertida e conta com muitos elementos da primeira, assim como inimigos um tanto quanto mais fortes. vale conferir e jogar, é possível se conseguir umas boas horas de diversão.
 E hoje ficamos por aqui, Conseguiu terminar de ler tudo antes da Estrela da Morte obliterar Alderaan? Se sim, que a Força esteja com você, jovem padawan.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Castlevania: Lords of Shadow

 Rapidinho, aqui é o editor chefe dando uma palavrinha com você, esse é o primeiro post do menino (insira o nome que você mais desejar aqui), noco CDC do blog, que fará os posts quinzenais sobre Games. Esou tentando fazer ele editar os proprios posts, um dia conseguirei Comentem o que acharam! Vamos ler o que ele escreveu...

Castlevania: Lords of Shadow


 Aqui hoje iremos tratar de um jogo que não é tããão conhecido em território nacional, e o mesmo é essa delícia virtual! Sejamos rápidos, diretos, injustos e imparciais na avaliação (OPINIÃO) desse game que mistura céu e inferno em uma salada só.

ENREDO

  O enredo se desenvolve através de Gabriel Belmont, um membro da Light Brotherhood (Irmandade da Luz), que após ter sua vadia mulher brutalmente assassinada, vai atrás de um item chamado God Mask, uma máscara de carnaval que acredita-se ser capaz de ressuscitar os mortos, porém... Antes ele vai ter que derrotar os três Lordes das Sombras, já que cada um segura um pedaço da máscara, para isso ele está armado da Combat Cross. Uma cruz de combate que tem o dom habilidade de ejetar uma corrente da sua ponta que lhe permite ataques à distância. Depois ele vai ter que atravessar o inferno, então desafiar o pé-de-bode pra um duelo de zumba e finalmente fazer malabarismos com serras elétricas. Nada de mais pra salvar sua cachorra amada. Originalmente ele só vai até a parte de matar os Lordes, mas eu particularmente acho minha versão mais divertida. Apesar do enredo com começo clichê, ele se desenvolve bem e toma proporções bem maiores. Prendendo o jogador até o último segundo da trama.

GRÁFICOS

 Eis uma parte que eu não sou muito fã de avaliar, mas como eu sou pago (sqn) pra isso... Vamos lá! Os gráficos eram muito bons para quando o jogo foi lançado, com texturas muito bem feitas, e um efeito de iluminação caprichado, os detalhes também se aplicam aos inimigos, que foram feitos com todo o cuidado. Os efeitos de luz são bem feitos, sem dúvida... Mas o destaque deve ficar para as texturas caprichadas do jogo.

JOGABILIDADE

 Entende-se por mecânica do jogo. Baseada num belo bife a la God of War, o jogo segue a mesma receita. Meia centena de inimigos na tela, todos contra você, prestes a inserir uma bela glande negra em sua cavidade anal, e ainda assim... Você armado apenas com uma única arma deve ser capaz de realizar combos gigrotescos e que desafiam até mesmo a autoridade divina. Combos, toneladas de inimigos na tela e sangue jorrando pelas jugulares. Uma combinação perfeita! A mecânica do jogo flui bem, tem uma dinâmica excelente, e é sem dúvida um dos pontos fortes do jogo exceto pela câmera... Esta que é fixa e por vezes acaba por prejudicar o jogador, impedindo-o às vezes de ver algum inimigo, que se locomoveu para um dos cantos da tela. Um detalhe que merece ser levantado é o de combos, quanto mais combos você combina sem apanhar, mais sua barra de “foco” enche, e quando a mesma chega no máximo, a cada golpe que o inimigo recebe o mesmo libera orbs que são usadas para preencher outras duas barras, uma lhe permite recuperar HP a cada golpe desferido no inimigo, e a outra lhe permite causar mais dano no inimigo. Uma boa técnica para manter o jogador concentrado em unir combos. O destaque também vai para a trilha sonora, recheada de músicas instrumentais que incentivam o jogador a extender o gameplay. O destaque fica para a música da luta contra a “Mechanical Monstrosity”. Excelente em minha toda foderosa opinião.

 Se for possuidor das duas DLCs do jogo (do qual eu recomendo comprar, pois extender em aproximadamente duas horas o gameplay), o mesmo deve possuir no total aproximadamente 20 horas de campanha se você for atrás de todos os extras espalhados pelas fases. Uma duração excelente para um jogo estilo hack ´n slash.

 Termino aqui, esta avaliação porca de um excelente jogo que vale o resto da sua vida medíocre como atenção. Um enredo muito bom, uma jogabilidade ótima e muito sangue. Vale a pena conferir alguns gueimepleis no ioutubi! Vejo vocês mais tarde, infiéis.